“NINGUÉM MANDA O UOL PUXAR O SACO DE ESQUERDISTAS”: A CONSTRUÇÃO DE REPREENSÃO “NINGUÉM MANDA X” ATRAVÉS DE UMA ABORDAGEM SOCIOCOGNITIVA A PARTIR DE WEBSITES
Mariana REIS RACHID (Universidade Federal de Viçosa) – ORCIDmariana.rachid@ufv.br Gabriela da SILVA PIRES (Universidade Federal de Viçosa) – ORCIDgabriela.pires@ufv.br O presente trabalho é resultado de pesquisa de iniciação científica (CNPQ 2023-2024) que investiga a construção gramatical “Ninguém manda X”, em que X é uma estrutura formada por um Sintagma Nominal opcional, seguido de Verbo no […]
De DELETAR a HYPAR: uma análise funcional-construcionista de verbos neológicos em interações digitais
Juliani Nicole Dantas DAMASCENO (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDjulianiddamasceno@gmail.com Nedja Lima de LUCENA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDnedja.lucena@ufrn.br O processo de criação lexical é um exemplo relevante da dinamicidade e da criatividade inerentes ao uso da língua em contextos de interação social. Em cenários de interações sociais […]
A CAUSA EM CONSTRUÇÃO: UMA ANÁLISE DA INSUBORDINAÇÃO NO PORTUGUÊS FALADO
Alessandra Emanuelle MACIEIRA SILVA (Universidade Federal de Minas Gerais) – ORCIDalessandraems@gmail.com Este trabalho propõe uma análise das orações causais insubordinadas na fala espontânea do português brasileiro, com base no conceito de insubordinação de Evans (2007), que se refere a estruturas formalmente subordinadas, mas que funcionam como orações principais. Observa-se que, em muitos casos, conjunções como […]
COMPOSICIONALIDADE DE NOMES EM –NTE DO SÉCULO XX: UMA ABORDAGEM CENTRADA NO USO
Francisca Vidânia de Lima SOUZA (UFERSA) – ORCIDvidaniasouza123@gmail.com Fernando da Silva CORDEIRO (UFERSA) – ORCIDfernando.cordeiro@ufersa.edu.br Este artigo estuda a composicionalidade dos nomes deverbais em –nte: substantivos e adjetivos do português brasileiro, licenciados pelo acréscimo do sufixo –nte a uma base verbal. Tratamos esse padrão de palavras como uma construção, ou seja, um pareamento de forma e função, […]
Mapeando sentidos de proximidade: uma leitura cognitiva do subesquema perto de X
Mateus SALES (UFRN) – ORCIDmateusssales9@gmail.com O presente estudo tem como objetivo investigar os sentidos de proximidade mobilizados pelo subesquema perto de X, com ênfase em seus aspectos cognitivos e pragmáticos. Fundamenta-se na Linguística Funcional Centrada no Uso (LFCU), que concebe a linguagem como um sistema interativoorientado por mecanismos cognitivos, permitindo analisar padrões construcionais segundo frequência, […]
O (DES)USO DO SE NA PERSPECTIVA DA LFCU
Jodalmara OLIVEIRA ROCHA TEIXEIRA (PPGLin – UESB) – ORCIDmmara.teixeira@hotmail.com Jorge Augusto ALVES DA SILVA (PPGLin – UESB) – ORCIDadavgvstvm@gmail.com Valéria VIANA SOUSA (PPGLin – UESB) – ORCIDvaleria.viana.sousa@uesb.edu.br Antes exclusivamente reflexivo, o SE passou a funcionar como um componente formal polissêmico, cujo compartilhamento por construções reflexivas, recíprocas, médias e impessoais no PB contemporâneo evidencia a ausência […]
DESCRIÇÃO CONSTRUCIONAL DE “FOI DE ARRASTA PRA CIMA” EM INTERAÇÕES DIGITAIS
Nedja LUCENA (UFRN) – ORCIDnedja.lucena@ufrn.br Mateus SALES (UFRN) – ORCIDmateusssales9@gmail.com, Wesley WANDERLEI (UFRN) – ORCIDwanderleiweslley@gmail.com Este trabalho investiga o padrão construcional idiomático [(Vir) (de) Varrastar para Advloc] que licencia construtos como foi de arrasta pra cima, comum em interações digitais, com foco em sua descrição sintática, semântica e pragmático-discursiva. A hipótese do estudo é a de que esse padrão construcional tem […]
O SUBESQUEMA [ADV DE QUE]conect: UM ESTUDO FUNCIONAL CENTRADO NO USO
Milena SILVA (UFF) – ORCID milenasilva@id.uff.br Propomos a investigação do subesquema [Adv de que]conect, os quais formam conectores da língua portuguesa, como além de que, apesar de que, antes de que, etc. Tais construções advêm das redes [X de]conect (Rosário, 2022) e [X que]conect (Arena, 2015). Em Rosário e Santos (2020), investigamos as especificidades formais […]
RELAÇÕES DE SENTIDO EM ORAÇÕES TRANSITIVAS: UMA ANÁLISE DOS VERBOS DE PERCEPÇÃO VER, OLHAR, ESCUTAR E LER NA ORALIDADE
Rita de Cássia da Costa SILVA (UFRN) – ORCIDrita.silva.016@ufrn.edu.br Nedja Lima de LUCENA (UFRN/PPGe) – ORCIDnedja.lucena@ufrn.br Esta pesquisa visa refletir sobre os tipos e características semânticas de ocorrências verbais da construção transitiva, especificamente quanto aos verbos de percepção Ver, Olhar, Escutar e Ler, na oralidade. Como referencial teórico, encontra respaldo na Linguística Funcional Centrada no […]
METÁFORAS TEMPORAIS E PONTO DE VISTA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DE DADOS VERBO-GESTUAIS EM PORTUGUÊS E INGLÊS
Thaís LIMA (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – ORCID thaislima@letras.ufrj.br No campo de estudo sobre fenômenos de ponto de vista, parece haver um consenso entre os pesquisadores de que o ponto de vista é, basicamente, espacial (Parrill, 2012:97). Partindo da noção de que o significado de um gesto se baseia na existência de um […]
A MULTIMODALIDADE COMO FATOR DETERMINANTE DA CONSTITUIÇÃO DA POLIDEZ NA LÍNGUA JAPONESA
Tiago Martins da SILVA (UESB) – ORCIDtiagomscon@gmail.com, Natalia BRITO (UESB) – ORCIDbritosilvanatalia1234@gmail.com Maíra AVELAR (UESB) – ORCIDmairavelar@uesb.edu.br O presente trabalho busca observar a multimodalidade como fator determinante (e não auxiliar) na constituição da polidez na língua japonesa. Conforme a visão de mente corporificada de Valera, Thompson e Rosch (1991), os processos cognitivos se entendem entre […]
CONSTRUÇÃO DE DATASETS MULTIMODAIS PARA PLN: A EXPERIÊNCIA NA CRIAÇÃO DO FRAMED MULTI 30K
Lisandra BONOTO (Universidade Federal de Juiz de Fora) – ORCIDlisandra.bonoto@estudante.ufjf.br Marcelo VIRIDIANO (Universidade Federal de Juiz de Fora) – ORCIDmarcelo.viridiano@case.edu A criação de conjuntos de dados multimodais — datasets multimodais — por uma equipe de anotadores demanda não apenas competências específicas, mas também a coordenação cuidadosa entre participantes da tarefa de anotação. Esta comunicação oral busca […]