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UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA SOBRE A CONSTRUÇÃO ADVERSATIVA-CONDICIONAL

UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA SOBRE A CONSTRUÇÃO ADVERSATIVA-CONDICIONAL [P, CONECTADVQ (COM FORMAS VERBAIS DEÔNTICAS)] Keren Betsabe GONZÁLEZ RODRÍGUEZ (UERJ/PPG-UFF) – ORCIDbetsabe32@hotmail.com Levando em conta os pressupostos teórico-metodológicos da Gramática de ConstruçõesBaseada no Uso (Croft, 2001; Diessel, 2019; Goldberg, 1995, 2006; Langacker, 1987, 2008), bem como a Teoria dos Espaços Mentais (Fauconnier, 1994 [1985], 1997), será apresentada […]

MODALIDADE DEÔNTICA NO DISCURSO DIGITAL: UM ESTUDO PRAGMALINGUÍSTICO DA PERÍFRASE “OBLIGAR A + INFINITIVO”

Kauanny Tomaz de SOUZA (Universidade Federal do Ceará) – ORCIDakauannytomaz@gmail.com Nadja Paulino Pessoa PRATA (Universidade Federal do Ceará) – ORCIDnadja.prata@ufc.br Resumo: Compreendendo a Modalidade como a expressão da atitude de um falante ante o que é enunciado e como uma categoria da enunciação que denota a subjetividade do falante (Fuentes Rodríguez, 1991), esta pesquisa objetiva […]

POSTURA EPISTÊMICA: O USO DE “EU ACHO” E “EU ACREDITO” NO PORTUGUÊS BRASILEIRO

Jéssica Caroline Souza AGUIAR (UESB) – ORCIDaguiar.jcs@gmail.com Laís Rodrigues Silva BOCKORNI (UESB) – ORCIDlaisbockorni@gmail.com Maíra AVELAR (UESB) – ORCIDmairavelar@uesb.edu.br Este trabalho tem como objetivo analisar o uso dos marcadores evidenciais epistêmicos “eu acho” e “eu acredito” no Português Brasileiro (PB), a fim de observar a sua função no contexto de uso. Conforme Kärkkäinen (2003; 2007), no inglês, […]

A MODALIDADE DEÔNTICA ALICERÇADA NA EVIDENCIALIDADE: RECURSO ARGUMENTATIVA NA ORATÓRIA PARLAMENTAR

Léia Cruz de MENEZES Rodrigues (Unilab) – ORCIDleiamenezes@unilab.edu.br Objetivando compreender como a modalidade deôntica constrói a argumentação (Perelman; Olbrechts-Tyteca, [1958]1996), empreendemos análise de 29 registros taquigráficos de proferimento de Deputados Federais em sessões plenárias na Câmara, sob o tema redução da maioridade penal (MENEZES, 2011). Postulamos a existência de graus de subjetividade no uso de […]

EVIDENCIALIDADE E ARGUMENTAÇÃO: IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DA ESCRITA ARGUMENTATIVA NO ENSINO MÉDIO

Rebeca Emerich Alvarez (UERJ) – ORCIDrebecaealvarez@gmail.com Este estudo investiga a articulação entre evidencialidade e argumentação, destacando sua correlação para o ensino da escrita da tipologia textual dissertativo-argumentativa no Ensino Médio, especialmente no contexto do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A partir da revisão sobre a temática evidencialidade (Chafe; Nichols, 1986, Langacker, 2017), categoria linguística […]

SENTIDO E FORMAS DE VIDA: WITTGENSTEIN E A LINGUAGEM COMO PRÁTICA SOCIAL INTERSUBJETIVA

Paulo BARROSO (ICNOVA – Instituto de Comunicação da Universidade Nova de Lisboa) – ORCIDpbarroso1062@gmail.com Este trabalho explora os contributos de Wittgenstein para o estudo da linguagem a partir da sua viragem filosófica nas Investigações Filosóficas, em que propõe uma concepção pragmática e socialmente situada do significado. O objetivo é evidenciar como a noção de jogos […]

A VERSATILIDADE SEMÂNTICA DO VERBO GOSTAR NO PORTUGUÊS DO BRASIL

Anne Jamile Bezerra da SILVA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDjamillez@hotmail.com Nedja Lima de LUCENA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDnedja.lucena@ufrn.br Neste trabalho, discutimos a flexibilidade semântica do verbo gostar no português do Brasil, com o objetivo central de apresentar seus diversos sentidos a partir de dados empíricos de […]

(INTER)SUBJETIVIDADE E ASPECTOS SEMÂNTICOS, PRAGMÁTICOS E DISCURSIVOS NA CONSTRUÇÃO INTENSIVA MORTO DE Y

Gabriel de PAIVA PEREIRA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDgabriieldepp@gmail.com O presente trabalho propõe uma análise descritiva da construção intensiva morto de y focalizada nos aspectos de subjetividade e intersubjetividade, além das projeções metafóricas e metonímicas. Para esse intento, tomamos como base teórica categorias de análise caras à Linguística Funcional Centrada no […]

“A EMBALAGEM não entrega tanto pra mim”: o papel do sujeito em casos de variação com o verbo entregar

Rayane Pontes BARBALHO (PPgEL/UFRN – Capes) – ORCIDRayane.pontes.123@ufrn.edu.br Nedja Lima de LUCENA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDnedja.lucena@ufrn.br Este trabalho expõe os resultados parciais da análise de construtos com o verbo entregar acompanhado de um intensificador e com elisão do objeto direto sem possibilidade recuperação anafórica, casos que extrapolam a descrição tradicional […]

PREDICAÇÃO NO PB: O CASO DO VERBO FICAR SOB A ÓTICA FUNCIONAL

Jakeline Simões GOMES (UFRN) – ORCIDjake.linecc17@gmail.com O presente estudo focaliza o uso do verbo ficar em estruturas predicativas do português brasileiro, como em “fiquei besta”, “ficou pianinho e sínico” e “fiquei pra morrer”. O objetivo central é analisar como esse verbo ocorre em orações predicativas, contemplando suas nuances sintático-semânticas e discursivo-pragmáticas. A fundamentação teórica ancora-se […]

AS EXTENSÕES METAFÓRICAS DA CONSTRUÇÃO PARTITIVA NO PORTUGUÊS BRASILEIRO EM USO

Leonardo de Almeida SANTOS (Universidade Federal de Minas Gerais) – ORCIDalmeidaleonardo@ufmg.br Luana Lopes AMARAL (Universidade Federal de Minas Gerais) – ORCIDluanalopes@ufmg.br Em português brasileiro (PB), a construção partitiva, representada pela forma [SN1 VTD de SN2 [+ definido]], expressa o seguinte significado: um agente extrai uma porção indefinida de um todo conhecido, que se desloca de […]

TRAJETÓRIA DE EXPANSÃO SEMÂNTICA DO VERBO ENTREGAR NO PORTUGUÊS

Myrian MOURA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDlarissa.brilhante33@gmail.com Rosilene RIBAS (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDrosilene.ribas.054@ufrn.edu.br Nedja Lima de LUCENA (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – ORCIDnedja.lucena@ufrn.br Observar a língua em uso mostra que a expansão de sentidos linguísticos é um fenômeno natural. Neste trabalho, analisamos a […]